Home Data de criação : 08/12/20 Última atualização : 11/10/18 02:38 / 5 Artigos publicados

PINUPS Hoops! caiu minha calcinha!  escrito em sábado 20 dezembro 2008 22:10

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HISTÓRIA das PINUP's  escrito em sábado 20 dezembro 2008 22:51

Blog de kmztasflashbackpinup :KMZtas Flash Back Pinup, HISTÓRIA das PINUP's

"Oops! Deixei cair a minha calcinha…", exclama uma linda garota, com uma perna para cima e os seios arrebitados. Sexy, sorridente e bobinha, tal é o estereótipo da pin-up. Uma garota de papel que os esportistas nos vestiários ou os soldados nos quartéis penduram por meio de alfinetes (to pin-up), há mais de um século. Que ela seja desenhada ou fotografada, numa revista ou num calendário, a pin-up não é uma mulher de verdade, e sim uma fantasia: ela é feita para ser devorada com os olhos, e não para casar.

A bela está sempre desnudada, porém raramente nua. Isso porque o gênero pin-up, também chamado "cheesecake" (bolo de queijo), é fundamentalmente pudico. Os homens permanecem fora do cenário; as partes genitais ficam escondidas e o ato sexual é apenas sugerido, nunca consumido. O que explica o porquê do atual esvalimento da pin-up, considerada como obsoleta nesses tempos de licença sexual: daqui para frente, ela que conheceu sua hora de glória nos anos 1930-1950, nos Estados Unidos e no resto do mundo, está se vendo relegada às páginas especiais da revista "Playboy", ao calendário da Pirelli e à "página 3″ dos tablóides britânicos.

A pin-up mais célebre do século 20, Marilyn Monroe, contribuiu de maneira considerável para impor o clichê da boneca loira, passiva e inocente, à espera do bem-querer do homem. Contudo, "a pin-up não é um símbolo mais misógino do que qualquer outro no campo artístico", corrige Maria Buszek, autora do livro "Pin-up Grrrls - Feminism, Sexuality, Popular Culture" (2006) e mestre de conferências no Kansas City Art Institute. "Ela refletiu ao mesmo tempo as atitudes vis-à-vis da sexualidade feminina e as esperanças de mudança".

Cada época, portanto, fabricou uma pin-up que corresponde às suas próprias aspirações: ora uma deusa agressiva e conquistadora, ora um objeto sexual descerebrado.

O termo "pin-up" data dos anos 40, mas a bela é filha da revolução industrial. "É no século 19 que são reunidas as condições para a emergência do gênero", indica Maria Buszek, "quando surgem os meios de produção das imagens em massa, uma classe média urbana e uma sociedade mais aberta à representação da sexualidade feminina". Aos poucos vão sendo difundidos, na Europa e nos Estados Unidos, os calendários sexy, os cartões-postais e os pôsteres de atrizes de teatro, por vMas é a revista americana "Life" que vê surgir o primeiro grande fenômeno pin-up, em 1887: a "Gibson Girl". Desenhada por Charles Dana Gibson, ela é burguesa, chique e está… vestida! Mesmo se os trajes de banho que descem até os joelhos, parecem ser claramente ousados. Enquanto as sufragistas, nas ruas, são alvos de vaias, que os jornais populares zombam da "New Woman" que pretende trabalhar e ser independente, Gibson impõe esta nova mulher como um ideal romântico.

Com um belo corte de cabelo; bem arrumada, ativa e segura de si, a Gibson Girl seduz os homens com o seu charme, e as mulheres com as suas roupas na moda. Em 1903, Gibson é o ilustrador o mais bem pago do país.

A idade de ouro da pin-up tem início durante os anos 30, com dois desenhistas que se tornaram clássicos do "cheesecake": George Petty e Alberto Vargas, fazendo o sucesso da revista americana "Esquire". Logo no seu primeiro número, em 1930, esta publicação masculina de alto padrão enfia nos intervalos das suas páginas de política e literatura uma "Petty Girl": no começo, inteiramente vestida, ela irá se desfazer das suas pétalas no decorrer dos anos, antes de inaugurar, em 1939, o primeiro "caderno central de três páginas", que deve ser desdobrado e destacado.

Enquanto a "Petty Girl" é uma ingênua charmosa, a "Varga Girl", que lhe sucede, banca antes a mulher fatal. As duas têm em comum uma plástica totalmente irrealista (pernas desmedidas e cintura de abelha), e um sucesso avassalador. O primeiro calendário de "Varga Girls", publicado em 1940, é um best-seller. E a pin-up vai conquistando seus títulos de respeitabilidade: as revistas generalistas ("Time", "Look", "Cosmopolitan"…) passam a aderir a esta nova arte popular, e pedem a artistas para criarem esboços das stars de cinema no estilo "cheesecake".

O intervalo entre as duas guerras mundiais vê surgirem dezenas de desenhistas de pin-up, mais ou menos inspirados: Gil Elvgren, o chefe da "escola maionese", cria calendários inspirando-se em Norman Rockwell e assina propagandas para a Coca-Cola; Art Frahm faz do "oops-deixei-cair-minha-calcinha" sua cansativa assinatura; e Zoé Mozert, por sua vez, faz dela mesma o seu modelo.

Mas, para que a pin-up se torne a arte popular americana por excelência, vai ser preciso esperar até a Segunda Guerra mundial. Ela é então requisitada pelo exército para reforçar o moral dos GI’s: as "Varga Girls" passam a cobrir seus corpos nus com a bandeira estrelada, alistam-se como enfermeiras, trajam o uniforme da Navy…. De um símbolo sexual libertino, a pin-up é elevada à patente de "deusa guerreira" e acaba personificando a mulher americana - segura de si e audaciosa.

Anônimas e atrizes de cinema espalham-se pelas paredes dos dormitórios e as portas dos armários dos soldados, dentro dos seus abrigos e até mesmo sobre a fuselagem dos aviões: é a "nose art", discretamente incentivada pelas autoridades militares. Nunca a revista "Esquire" recebeu uma correspondência tão grande de fãs. De 1942 a 1946, 9 milhões de exemplares da revista são enviados gratuitamente para as tropas. Além disso, em 1942, quando os Correios americanos ameaçam retirar-lhe suas tarifas privilegiadas sob o pretexto de que os seus desenhos são "pornográficos", a "Esquire" ganha seu processo, demonstrando o papel patriótico das suas criaturas de sonho.

As pin-ups mais célebres naqueles anos são a loira Betty Grable e a ruiva Rita Hayworth. A primeira causa sérios estragos nos corações dos GI’s com uma foto na qual ela nem sequer mostra seus seios: de costas, trajando um maiô de uma só peça, ela desafia com insolência a objetiva, com um sorriso travesso. Diz a lenda que ela acabou posando desse jeito para disfarçar uma gravidez nascente… Ela recebe dez mil cartas de fãs por semana, e esta foto serve de trampolim para a sua carreira de atriz.

Os "tommies" britânicos também têm a sua pin-up: Jane, uma espiã de pouca roupa a serviço da Sua Majestade, é publicada em histórias em quadrinhos no "Daily Mirror". ezes desnudadas.

Mas é a revista americana "Life" que vê surgir o primeiro grande fenômeno pin-up, em 1887: a "Gibson Girl". Desenhada por Charles Dana Gibson, ela é burguesa, chique e está… vestida! Mesmo se os trajes de banho que descem até os joelhos, parecem ser claramente ousados. Enquanto as sufragistas, nas ruas, são alvos de vaias, que os jornais populares zombam da "New Woman" que pretende trabalhar e ser independente, Gibson impõe esta nova mulher como um ideal romântico.

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PLANETA SUSTENTÁVEL  escrito em terça 30 dezembro 2008 15:22

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PINUPS, uma forte tendência no verão 2009  escrito em quarta 31 dezembro 2008 15:57

Blog de kmztasflashbackpinup :KMZtas Flash Back Pinup, PINUPS,  uma forte tendência no verão 2009

Quando o nu feminino ainda era considerado um tabu, surgiram nos Estados Unidos as pin-ups, modelos desenhadas em cartões, calendários e maços de cigarro. Até hoje, as garotas mexem com o imaginário dos homens.

No final do século 19, o teatro de revista vivia o seu auge e transformou dançarinas em estrelas, fotografadas para revistas, anúncios, cartões e maços de cigarros, mas foi somente na década de 40 que começaram a dominar não apenas a imaginação dos homens, mas também as portas dos armários e as paredes dos quartos de milhares de admiradores dessa nova onda de “sexualidade permitida”.

Foi justamente esta a origem do nome pin-up: o ato de pendurar as ilustrações em algum lugar. Na Segunda Guerra Mundial eram carinhosamente chamadas de “a arma secreta”, usadas para acalmar os anseios dos pracinhas nas frentes de batalha. Numa época em que mostrar as pernas era atitude subversiva, fotografias de mulheres nuas poderiam significar atentado ao pudor. O jeito de satisfazer a solidão dos soldados e a curiosidade dos adolescentes era fabricar modelos de lápis e tinta, que reproduziam o padrão de beleza considerado ideal: seios fartos, pernas grossas, cinturinha de pilão.

Acabaram se tornando uma espécie de troféu pela guerra vencida. Depois, com os avanços do cinema o termo pin-up acabaria se difundindo e transformando, passo a passo o que viria a ser em nossos dias, a grande indústria do sexo. Desenhadas ou fotografadas, as garotas invadiram o planeta com suas poses sensuais porém, sem vulgaridade. Com formas generosas, elas não enfrentavam as pressões da magreza nem a conseqüente anorexia. Elegantes, elas ocupavam seus espaços numa linha entre o ingênuo e o diabólico, trajando duas peças, meias-calça e corpetes com decotes enormes.

O conceito clássico de uma pin-up é ser sexy e ao mesmo tempo inocente, estar vestida, mas em alguma posição ou situação que revele sensualmente partes do corpo, sem querer, por acaso.

A tendência Gothic Lolita e pin up esta cada vez mais presente e forte vale a pena ver algumas referencias e algumas produções feitas pela Vogue inglesa já como tendencia de verão de 2009.

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ELAS ESTÃO DE VOLTA !  escrito em quarta 07 janeiro 2009 18:03

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